
Abre-me o corpo e,
separando-o mais,cava-lhe a fome
das manhãs tão verdes e tão húmidas aninhadas junto das figueiras.
Enlaça-me os cabelos que se apagam e despenham
no último compasso do teu rosto
Morde-me na boca o silêncio por onde o sangue escorre
e teus lábios pousam.
Devolve-me o voo dos pássaros e das canções que não se quebram.
...o teu nome todo em fogo.
Diz-me adeus ou uma flor.
