
mas, antes,
alimenta em minha memória
o desequilíbrio das flores
o beijo esquecido a um canto junto com as amoras
a música refém das horas mortas
e as aves arrolhando em teus cabelos.
Isso me dás
e eu aceito
corpo mendigo de teus olhos líquidos.
A história da minha vida não existe.Isso não existe. Nunca há um centro. Não há caminho.Nem linha.Há vastos lugares.